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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

52/52

Faltava uma foto para eu concluir o projeto que fiz durante o ano passado de uma foto por semana.
A foto de número 52 referente à ultima semana do ano e que fecharia o projeto, eu queria que fosse especial. Mas não sou fotógrafa! Nem tenho foto de lugares incríveis.
E com a mudança de cidade, também posterguei a postagem que deveria ter sido feita realmente na última semana de dezembro, mas isso resultou em algo que eu realmente queria!
A foto virá acompanhada de um vídeo. Esse sim é incrível, com uma mensagem para guardamos porque dias cinzentos são inevitáveis, porém podemos passar por eles.
São cinco minutos. Sei que parece muito tempo a perder quando se tem tantos outros blogs para interagir. Insisto mesmo assim.

Minha foto do Projeto 52 Semanas





quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

50/52

show do Paul McCartney em São Paulo

Quando celulares significam estrelas e vibram paz, é tão lindo...

domingo, 30 de novembro de 2014

49/52


Desde que publiquei esta foto em algum lugar aqui na web, não cessa de chegar no meu e-mail chamdas para "seja um sushiman, faça o melhor sushi do mundo em apenas 20 minutos, monte um sushibar em sua casa... " e por aí vai.
Minha intenção era apenas dizer o quanto apreciei a leitura do livro.
Mas, fiquei intrigada: antes "eles" espiavam os sites que a gente navegava para mandar publicidade; receio que agora tenha alguém vendo nossas fotos!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

48/52


Ninho encontrado na rua

À Manoel de Barros

Não posso falar nada sobre Manoel de Barros sem primeiramente agradecer aos blogueiros. Foi através dos blogs que eu conheci Manoel e sua poesia.
Fosse numa postagem, num verso inserido no texto ou deixado nos comentários.
Aquelas palavras fizeram ninho em mim. Fui em busca de saber. A cada dia encontro mais um pouco, um pedacinho a mais. Obrigado a vocês blogueiros que me alçaram nesse mundo poético.

"Morre aos 97 anos um dos mais importantes poetas brasileiros".

Com essa frase, os principais meios de comunicação deram destaque à partida de Manoel.
E eu continuo intrigada e entristecida.
Estudei no melhor colégio de freiras daquela região. Em doze anos, nunca um dos maiores poetas estivera presente.
Faz tanto tempo, que talvez seja esse o motivo dos versos de Manoel nunca terem aparecido na minha vida escolar.
Então, os meus filhos são "atuais", ainda frequentam a escola.
E em todo esse tempo que eles frequentam a escola, esses tempos modernos e atuais que chegaram a noticiar a possibilidade de Manoel de Barros ser indicado ao Nobel de Literatura, mesmo assim, os versos daquele que compreende o idioma inconversável das pedras também nunca apareceram, fosse num texto de livro, exposição, tarefa de casa.
Nas livrarias, montanhas de livros em tons cinzentos, mas só sob encomenda um livro daquele que escreveu "Quem ornamenta/ o azul das manhãs/ são os sabiás.

Certa vez, uma mãe me disse que as férias escolares se traduziam em uma palavra - inferno. 
Era um inferno ter filhos em férias. Todos os dias shopping, cinema, hambúrgueres, parque de diversões do shopping, sorvete na praça de alimentação, boliche, patinação.

Se essa mãe tivesse se deparado com a poesia daquele que, viveu num lugar tão ermo, que precisou fazer das palavras seu brinquedo, ela entenderia que é maravilhoso ter esse tempo distante da escola, para descobrir coisinhas sem importância dentro e fora de casa. Que passear é um prazer e não uma obrigação com hora marcada.

Voassem feito passarinhos os versos de Manoel nas escolas, talvez muitos jovens não precisassem sentar-se no final da tarde aqui na praça em frente de casa, para consumir drogas, porque eles saberiam contemplar "Melhor para entardecer é encostar em árvores".

É sempre assim: agora que um dos maiores se foi, ele se torna conhecido.
Não importa. Para Manoel, nunca importou as grandezas. Ele tinha mesmo canduras pelas pequenezas, inútil, sujo, feio.
Para nós, novas oportunidades de vermos o menino-poeta-passarinho adentrando as histórias que os pais contam com as crianças já de pijamas, as escolas, as praças.
Prateleiras cheias, divulgação, um título inédito aqui, um relançamento acolá. Seus versos a nos encantar!

Por que eu peguei um ninho caído na rua?
Acho que alguma inutilidade se aninhou em mim.
Obrigada aos que me apresentaram à um dos maiores poetas, obrigada Manoel de Barros!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

47/52


Borboleta na escola da filha no projeto "Para Sempre"

Convido-os para ouvirem a linda música Sem Perceber clicando aqui.

Música de Paula Santisteban e Eduardo Bologna.



SEM PERCEBER
(Paula Santisteban e Eduardo Bologna)

SEM PERCEBER
A SEMENTE SE TRANSFORMA EM ÁRVORE
A LAGARTA VIRA BORBOLETA
E O VENTO VAI CONTANDO A HISTÓRIA

SEM PERCEBER
A GOTA SE TRANSFORMA EM NUVEM
O AMARELO VAI FICANDO VERDE
E O TEMPO VAI CONTANDO A HISTÓRIA

SEM PERCEBER
OS OLHARES VÃO VIRANDO FLORES
AS ESTRELAS VÃO VIRANDO NOMES
E A GENTE MUDA DE DENTRO PRA FORA

SEM PERCEBER
A CERTEZA SE TRANSFORMA EM DÚVIDA
OS BRAÇOS VÃO FICANDO LIVRES
E AS ONDAS VÃO CONTANDO A HISTÓRIA

SEM PERCEBER
O BARULHO VIRA PENSAMENTO
A JANELA SE TRANSFORMA EM SONHO
E AS FOLHAS VÃO CONTANDO A HISTÓRIA

SEM PERCEBER
AS PESSOAS VÃO FICANDO PRÓXIMAS
OS CHINELOS VÃO FICANDO GASTOS
E AS PEDRAS VÃO CONTANDO A HISTÓRIA

SEM PERCEBER
OS AMIGOS VÃO FICANDO VELHOS
O SORRISO VAI FICANDO LARGO
E A GENTE MUDA DE DENTRO PRA FORA

SEM PERCEBER
OS OLHARES VÃO VIRANDO FLORES
SEM PERCEBER
AS ESTRELAS VÃO VIRANDO NOMES
SEM PERCEBER
AS PESSOAS VÃO FICANDO PRÓXIMAS
SEM PERCEBER
OS CHINELOS VÃO FICANDO GASTOS
SEM PERCEBER
OS AMIGOS VÃO FICANDO VELHOS
SEM PERCEBER
O SORRISO VAI FICANDO LARGO
SEM PERCEBER
A SEMENTE SE TRANSFORMA EM ÁRVORE
SEM PERCEBER
A LAGARTA VIRA BORBOLETA
SEM PERCEBER
E A GENTE MUDA DE DENTRO PRA FORA
SEM PERCEBER
A GENTE MUDA DE DENTRO PRA FORA
SEM PERCEBER
A GENTE MUDA DE DENTRO PRA FORA
SEM PERCEBER
A GENTE MUDA DE DENTRO PRA FORA
SEM PERCEBER

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

46/52


Há pais que se orgulham de pagar a melhor escola da região para o filho, a mais cara, mas...
os exemplos que dão são lamentáveis.
O fato de pagar não lhe dá o direito de desrespeitar a faixa de travessia ficando ali estacionado.
E a vaga para portadores de deficiência?
Ah, nem vale a pena escrever sobre isso, afinal são só dois minutinhos parados lá.

domingo, 2 de novembro de 2014

45/52


Andávamos, eu e minha filha, pelas ruas asfaltadas a caminho do centro da cidade.
Foi no chão tingido que soube estar diante de uma amoreira.
Levantei os olhos, os braços mas não conseguia alcançar uma sequer.
Levantei então a menina pegando-a no colo.
Ai! Como cresceu! Quase não aguentei.
Duas frutinhas foi o que conseguimos. E dividimos!
Ficou a vontade de mais, de outras.
Encontrei no mercado numa pequena embalagem de isopor e grande preço. Trouxe para casa.
"Mãe, adorei a surpresa, mas sabe, aquelas lá da árvore eram mais saborosas."

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

44/52


29 de outubro, data da fundação da Biblioteca Nacional do Livro pela coroa portuguesa.
Meu desejo que além das manifestações nas redes sociais, blogs sobre nossos livros, que nossos governantes dêem a devida atenção ( verba$ ) para se atualizem acervos, construam, levem leitura aos mais remotos lugares.

Escolhi este livro da nossa literatura brasileira, que na rede social Instagram tem apenas três fotos e é um livro de tal excelência que merecia ter milhões de publicações.

Eugênia é uma árvore. Um jambeiro.
Amor que passa de geração em geração. Descaso também.
Eugênia, centenária, vê a chegada do progresso: rios entubados, asfalto por todo lado.
Eugênia, centenária, vive e se emociona com histórias de amor.

Tanta coisa boa nos nossos livros, nos nossos autores.
Deixo um trecho aqui deste maravilhoso título:

sobre uma enchente

"A cidade demorou muito para se recuperar. Com o fim das chuvas, o pobre rio voltou ao seu leito normal. A reação das pessoas foi terrível. Pareceu uma vingança contra um inimigo muito feroz e cruel. Entubaram o rio, simplesmente. Por todo o trajeto que ele percorria, desde a entrada até a saída da cidade, foram colocadas enormes placas de concreto de uma margem à outra, cobrindo totalmente o leito e suas águas. Fiquei horrorizada com tamanha maldade. Um rio precisa de sol, do ar, das chuvas para viver e ser feliz. Agora estava enclausurado, trancafiado, como um prisioneiro numa cela fria, sem porta e sem janela. E tudo por um crime que ele não cometeu. Afinal, aquele rio corria por ali há milhões de anos. As pessoas acham que nós, arvores, temos uma vida longa... O que dizer então dos rios?"

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

43/52



42/52


Mérito.
Este foi um troféu que meu filho Bernardo recebeu no mês passado. Para conquistá-lo é preciso ter entre 11-12 anos e estar estudando conteúdos de Matemática do Ensino Médio.
Em tempos de tanto imediatismo, de tudo vindo tão fácil, para mim está é uma conquista do esforço, da dedicação.
Foi exaustivo chegar até aqui; muitas vezes ele quis não fazer, faltar; mas foi ele mesmo quem se colocou esta meta "Eu quero conquistar aquele troféu".
Nem tudo é como no mundo virtual onde basta um clik para ser curtido, ser "top", para de imediato e momentaneamente ser conhecido.
Um grande aprendizado esse.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

41/52


Achei graça na pergunta que minha filha dirigiu a mim:
 - Mãe, como que eles fazem para o poste não cair?
Poste não cai, a não ser que um acidente com carro, caminhão, etc, o derrube, foi a minha resposta.
 - Mas mãe, é muito, muito fio pendurado no poste.

E é mesmo. E faz sentido pensar em um poste aguentar. E olha que este nem é dos mais pesados...
Eu só não consegui explicar para ela que não cai de jeito nenhum porque cada fio desses pendurados aí pagam aluguel para o poste.
Ah! Ele aguenta e bem, porque deve estar com os bolsos cheios de dinheiro.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

40/52


O caos das grandes metrópoles tem seu lado positivo: inspiram a criação de soluções para amenizar o impacto do trânsito, da poluição, dos excessos, da falta de convívio.
Um exemplo são esses pequenos espaços que estão se espalhando pela cidade de São Paulo.
Feitos de material reciclável, convidam a uma pausa. Como uma pequenina praça ou um cantinho num jardim. Pode-se relaxar, espairecer e até quem sabe conseguir encadear uma boa prosa.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

38/52


"Como frequentemente acontece, levaram algum tempo para recordar que, quando morre alguém, cabe aos outros viver também por ele - é a única coisa adequada."

Alessandro Baricco

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

37/52


Efeito de uma cidade com quase doze milhões de habitantes: os telhados se roçam, são pontes para gatos enamorados, quintais livres para passarinhos, vertente das águas das chuvas que vai passando de um para o outro numa cumplicidade quase musical.
Sob esses mesmos telhados constroem-se barreiras multifacetadas para que doze milhões de pessoas sequer se vejam.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

sábado, 20 de setembro de 2014

35/52


Do verbo descortinar - enxergar, descobrir, enfim, uma nova possibilidade de olhar.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

34/52


"Também trocamos mensagens por baixo da terra. Assim, todas as árvores do mundo formam uma única e grande rede. É graças a isso que sabemos de tudo, de absolutamente tudo o que se passa em cada canto do planeta. As pessoas, hoje em dia, acham que é uma grande revolução, uma absoluta novidade estarem conectadas em rede umas às outras. Quanta ingenuidade! Nós, árvores, fazemos isso há milhões de anos... E, repito, nos entendemos muito bem. Mas as pessoas..."

do livro: As memórias de Eugênia

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

33/52


Na última foto que postei deste projeto, a versão feminina desta daqui ( clica aqui para rever ), houve palpites sobre o que havia nesta panela. Pipoca.
Errado!
Somente uma pessoa acertou. 
Acho que deve ter sentido o cheiro do café torrando. Deve ser porque é mineira!

sábado, 30 de agosto de 2014

32/52


Não adianta perguntar o que tem na panela.
Só me mandaram o sorriso e os estalidos da lenha!