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sábado, 12 de setembro de 2015

Quatro Marias

Cinco Marias é o nome correto da brincadeira.
Mas, quando se tem duas crianças, quatro patas num dia frio e chuvoso, bem...
O banho é mais cedo, coloca-se roupas confortáveis e é só brincadeira!
As fotos falam por si!




















domingo, 17 de novembro de 2013

Bom pra cachorro

Sabe no feriado, quando você tira aquele cochilo bem no meio da tarde e fica até de boca aberta?
É bom pra cachorro, né?!


E cachorro adora ganhar presente. Ainda mais embrulhado em papel de presente cheio de bolinhas.


Presente bom é aquele que se usa. E também se mostra pra todo mundo que gostou!


quarta-feira, 17 de abril de 2013

O cachorro Budha

Já me encantei com o nome.
Budha é um cachorro da roça. Vive lá na fazenda nas Minas Gerais.
Desconhece ração, pet shop, e eu pude ver que ele é feliz.
Espera pacientemente no cercadinho voar um osso pela janela da cozinha. Coisa esta que eu só conhecia de ler em livros antigos, ou em texto de memória de alguns amigos.

Num determinado momento, sentamo-nos na carroceria de uma caminhonete para ir às terras de um parente. O carro seguia devagar pelo chão de terra e Budha nos seguia correndo.
Minha filha me alertou para que eu não me preocupasse com o cão: ele era acostumado a correr boas distâncias e parecia feliz em fazer aquilo.
Quando retornamos, lá estava ele de volta em seu corpo esbelto e olhar satisfeito.
Lembrei-me de quando morei em uma região em que só havia prédios e ali conheci uma nova profissão - os passeadores de cachorros.
Budha estava por ali no terreiro e eu resolvi contar para ele como era a vida de um cão urbano, especialmente estes de apartamento.
Falei que era preciso contratar um passeador de cachorro para que o animal pudesse dar umas voltas pelos quarteirões porque seu dono trabalhava e não tinha tempo para isso.
Budha não acreditou na  história que contei.
Olhou-me muito desconfiado...


Quando se vive em imensa liberdade, é mesmo difícil acreditar em passeadores de cachorro.

Depois pedi a Budha que posasse para um retrato. Ele então ficou animado com a câmera fotográfica e disse que capricharia na pose.
Afinal, esta era a primeira foto dele.
Ficou bem, não acham?!


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Piaçava

Houve uma briga, daquelas feias e barulhentas, aqui em casa. Daquelas que os vizinhos colocam a cabeça para fora, querendo dar uma espiadinha.
A briga envolveu inclusive vassoura. Uma vassoura piaçava.

 É que o cachorro comeu o cabo da vassoura da minha filha e ela começou a chorar e eu então ralhei com ele. Onde já se viu comer o cabo da vassoura piaçava? Se der algum problema nas suas tripas, eu não vou socorrer e vou deixar que morra.
Daí, a menina se pôs a chorar mais ainda, porque não desejava que o cachorro morresse de vassoura.
Ela gostava da vassourinha, e ainda bem que era miniatura, mas ela gosta mais do cachorro e não queria que ele se fosse assim... As pessoas, quando ela explicasse que o cachorro morreu de vassoura, iriam pensar que eu, a mãe, dei uma vassourada nele, não compreenderiam que ele roeu e engoliu o cabo e algumas piaçavinhas.
Entre lágrimas, remorsos e choros, peguei a chave e saí.
Entrei numa loja requintada de produtos para cachorro. Expliquei a situação da vassoura para o moço que, solícito, trouxe uma ração francesa. Garantiu que essa ração faria uma verdadeira faxina no interior do animal. Fiquei com um pouco de medo dessa história de faxina interna e também do preço da ração, mas acabei trazendo para casa. O moço me garantiu que o bem estar que esta ração proporciona é o mesmo que você estar vendo o por do sol da Torre Eifell. Como nunca fui lá, achei melhor acreditar.
Problema resolvido então. 
Mas o problema é que o cão não comia a tal ração.

Comecei a me preocupar. Seria os restos de vassoura fazendo mal para o bicho?
Todos os dias pela manhã, ao invés de comer, e;e me olhava e saía literalmente correndo para as bandas  da despensa da casa, que fica para o lado de fora.

Entre a correria, um dente para cair...


... não dei atenção à inapetência do cachorro.
Até que eu precisei ir até a despensa e me deparei com sacos rasgados.
Chamei pelo marido que disse sem pestanejar: "é rato".
Ai, ai, ai. Agora vou ter que arrumar um gato. E como será a convivência do gato com as crianças e o cachorro?
Não era hora de pensar nisso.
Era preciso se concentrar no rasgado. Suas formas, suas peculiaridades.

É barata -eu disse.
Não, barata tem a mordida menor. É rato - afirmou marido.

Arrumei a bagunça feita pelo rato e na manhã seguinte, quando o cachorro me olhou e disparou para as bandas da despensa, fui ligeira atrás dele. Porque, e se ele resolvesse comer o rato? Aí seria o fim.
Para minha decepção, flagrei-o rasgando o pacote de ração reserva. É uma ração que compro no mercado, não tem nada de especial, não é francesa. É ração tipo cesta básica. E era ele, o cachorro, que havia feito aquela bagunça. Havia rejeitado o cardápio francês e preferia mesmo um PF - prato feito - no balcão, simples. Tomara não tenha engolido nenhum pedaço da embalagem.


Ah! Já ia me esquecendo.
Será que ele é tão fino e educado que come ração com talher?