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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Um pé de quê?




Há alguns dias eu ouvi pelo rádio a fala de uma pessoa cuidadora da natureza.
Era um tom de voz tão apaixonado pelas árvores!
Ele dizia que deveríamos nos referir não a um bosque, a uma floresta e sim saber o nome, a espécie de cada indivíduo que ali habitava.
Eu sou péssima com isso, mas venho me esforçando sim em saber um pouquinho desses indivíduos que dividem o planeta conosco.
Durante muitos anos eu assisti com as crianças o programa Um pé de quê? Aprendemos muito ali.
O site deles foi reformulado e tem um acervo fantástico para aprender, pesquisar, admirar.

Esse indivíduo da foto me encantou com suas flores que me pareceram pompons!
E se você souber seu nome, me ensina!


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Verbo revelar

Ah! Há quanto tempo eu não tinha a sensação maravilhosa de segurar essa tira de papel nas mãos!


É a tira do verbo revelar.
Isso mesmo. Não estou equivocada. Eu revelei fotos!
Nesses nossos tempos em que o verbo mudou para "imprimir" fotos, ou, deixou completamente de ser conjugado para apenas mostrar no celular, nas redes sociais nossas fotos, eu resgatei sensações do passado.
Primeiro foi uma dificuldade imensa encontrar um local para revelar e não imprimir fotos.
Desloquei-me dia desses até um bairro oriental lá para as bandas de São Paulo e me entristece ao ver que a imensa loja de esquina havia fechado. Portas metálicas abaixadas e pichadas.

Máquinas de imprimir fotos de maneira instantânea, ainda encontra-se com certa facilidade.
Mas não era isso que eu buscava. Queria um papel fotográfico específico, queria uma beleza, cores diferentes das instantâneas.
E quase saltitei quando encontrei.
"Mas, vai demorar dois dias. Tudo bem?"

Tudo bem, tudo ótimo! Essa ansiedade da espera, de saber se ficarão boas, de abrir o envelope...


Consegui ainda me conter e não abrir o envelope pelo caminho!
Esperei chegar em casa e tranquilamente desfrutei da magia da fotografia.
Foi apenas um teste com poucas fotos, que era para ver mesmo se a qualidade e as emoções eram as mesmas do passado!
Agora já estamos planejando fotos para um álbum.


E por falar em fotografia...
Sábado agora, dia 5 de setembro, tem varal coletivo para pendurar uma foto sua da infância.
Revira as gavetas, os álbuns, escolhe uma foto, tira foto da foto e vem participar!
É só postar e contar pra gente!
Deixa o link aqui ou lá na Tina.

E já tem gente escolhendo. Eu tive um pedacinho da infância de alguém lá no instagram ( né Pandora?! ). E estou curiosa para saber se uma tal joaninha já era toda pintadinha!
Se apure que dá tempo! Será um varal bem divertido!


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Recordações alimentadas

Não vai encher a barriga
para saciar a fome
Encherá o coração
de boas recordações
Amora
tem sabor de infância
não importa a sua idade!







terça-feira, 11 de agosto de 2015

Fotos aleatórias

O título e a inspiração vem lá do blog Fotografando cada Ideia, que aprecio mais a cada dia!









1 - Xícara, um presente. 
2 - Num poste na Avenida Paulista - SP
3 - Encantamentos da natureza
4 - Nas férias: silêncio, paciência. Peixinho devolvido à represinha.
5 - A foto ficou bonita. O cheiro era insuportável: dedetização no prédio onde moramos.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Uma foto de celular

Era um evento cultural na escola das crianças.
Num determinado momento, meu filho pede o celular emprestado e demora um bocado para devolvê-lo.
Já em casa, eu abro a galeria de fotos do celular e abro também um sorriso.


Hoje, antes mesmo do dia clarear, enquanto se arrumavam para a escola, brigavam.

É hall.
É corredor.

Diariamente brigam; diariamente acham que eu protejo um em detrimento do outro e claro, amo mais o outro do que ele/a...
Então concluo que não gostam. Tenho inexperiências fraternas.

Que foto linda! Exclamei ao encontrá-la no meu celular.

"Ah mãe fui eu mesmo que tirei. A menina é tão linda e foi a melhor interpretação do coelho de Alice no País das Maravilhas".


sábado, 9 de maio de 2015

Inspiração laranja

Estava sem inspiração para blogar.
Até que amanheci com um lindo céu:


E quando fui tomar meu café da manhã...
Oh!


Vários ovinhos cor de laranja!
Dia de sorte!
Então veio a inspiração para blogar: vou fazer uma série com cinco fotos sobre o mesmo tema ( vi em outros blogues ).
Para isso foi preciso comer tudo que não era cor de laranja para começar o projeto.






Depois de brincar bastante, soprei as bolinhas e comi todas.
Fim!





segunda-feira, 27 de abril de 2015

Picuí-cabloco


Xadrez verde, marrom, vermelho, laranja.
Espalhadas pela terra, grama
Assim estavam as toalhas para receber as pessoas e a música
Era um picnic sinfônico!





Além do som espalhado com o vento, os sonhos e desejos também eram soprados de uma gentil árvore que cedeu seu corpo para abrigá-los.




O título?
Picuí-cabloco?

Pois, pois. Postei algumas fotos no instagram e quando fui escrever picnic, automaticamente o corretor ortográfico mudava para picuí-caboclo. Foram três tentativas e três picuís-cabloco.
Como eu não fazia a mais vaga ideia do que seria, pesquisei ali mesmo.
Ornitologia - referente às aves.
Picuí-cabloco é uma rolinha-branca.
Que eu no meu desconhecimento chamaria de pombinha branca, menor que as tão urbanas.
E acho que o corretor do celular estava coberto de razão: com este cenário, de terra, toalha xadrez, pessoas sem pressa, música agradável, árvores do desejo combina perfeitamente picuí-caboclo, branca e pequena voando com o som, com os sonhos, fazendo-nos lembrar que a paz tem que ser cuidada, cultivada e espalhada.







terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Só rugas

Deparei-me hoje com uma esquisitice daquelas na internet que me inspirou imediatamente a escrever.
A esquisitice é a mulher que não sorri há 40 anos para não ter rugas. E já tem famoso aderindo e médico confirmando os efeitos do não sorrir.

Minha filha tinha uns anos quando me falou que gostava muito de mim porque eu era uma mãe gargalhosa. Não me aguentei e caí na risada!
Esses dias, ela me disse que sempre se lembrará de mim por causa das minhas risadas.
Encheu-me de orgulho saber que esta é a marca que eu deixarei em minha filha ( e espero que assim seja! ).
A lembrança que tenho de minha mãe é de uma pessoa doce, meiga, com uma tristeza quase enevoada, uma doce melancolia a envolvia.
Transmitir isso a minha filha me deixa feliz. É dessas coisas que não tem como você forçar no dia a dia, acontece.

Então, enquanto lia a reportagem da tal mulher sem sorriso, recordei o que fizemos, eu e a Júlia ontem. Para falar a verdade, eu insisti, insisti e ela, mesmo atarefada, acabou concordando.
Ontem eu quis brincar! De sessão fotográfica!

Várias fotos tinham ido para a lixeira do celular, porque seriam, digamos, não próprias para publicação.
A dona anti-sorriso me acendeu uma vontade enorme de postar essas fotos!





"Mãe, para de me fazer rir.
"Mãe você não serve para ser fotógrafa"
"Mãe fica séria".

Tudo que eu espero é que esse sorriso nunca deixe de ser expressado.
As rugas... a gente dá um jeito!

Mas teve sim foto com seriedade!
Espia só:




Algumas vezes, a vida não nos dá motivos para sorrir. Quando os temos, é mesmo para aproveitar!



sexta-feira, 13 de junho de 2014

Alô alô responde







Orelhões em São Paulo voltam a ter fila. Fila para fotografá-los!
Todas as fotos acima foram tiradas ao longo da Avenida Paulista - SP.
Quando eu fotografei, pensei em um texto para o blog fazendo um trocadilho dos smartphones que fotografam orelhões e a pergunta "quem ainda tem um cartão telefônico, ou quem ainda usa um orelhão?". O tempo passou, eu não escrevi e isso foi ótimo porque eu estaria sendo incorreta e injusta com os orelhões.
Neste tempo li uma matéria no jornal que tinha a seguinte frase: "Minguantes, orelhões de São Paulo fazem menos de duas ligações por dia".
Eu imaginava que não fizessem nenhuma...

A média para a maior capital do país é de uma a duas ligações diárias; exceção vai para a Rodoviária Tietê que contabiliza até cinco chamadas feitas em seus orelhões.
E há um outro orelhão recordista de chamadas que fica próximo a uma das unidades Fundação Casa, instituição para reabilitação de menores. Lá há um ponto de táxi em frente a um orelhão e o motorista do táxi relatou que sempre vê mulheres, geralmente chorando, usando o orelhão, seja para comunicar a boa notícia da liberação do parente menor de idade e solicitar que se traga documentos e roupas, ou para dar a má notícia de que nada se conseguiu.

Usei muito orelhão no tempo das fichas com duração ilimitada e filas quilométricas; depois vieram as fichas DDD, os cartões telefônicos, a minha insistência em não ter celular e procurar um aparelho telefônico público que funcionasse ou estivesse inteiro e agora apenas fotografando orelhões. Acho que faz muito tempo que não utilizo um.

Esses da Paulista foram repaginados para a Copa. O das duas últimas fotos tinham sido vandalizados e quebrados; não sei se arrumaram. Ainda bem que a foto foi feita a tempo. Achei-o muito criativo.

No Rio e em Florianópolis já estão testando outras funções para o orelhão como o wi-fi.

E o fotógrafo Cássio Vasconcelos clicou um cemitério de orelhões na Freguesia do Ó.


E você,  tem um cartão telefônico na carteira. Ou faz ligações de orelhões a cobrar?
Conta aí para a gente o que acha dos orelhões terem outras funções?

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Projeto 10 em 10

Fazia tempo que eu não participava deste projeto de fotografias proposto pela Mirys lá do blog Uma Bagunça Deliciosa.

O dia começou esplêndido!


Logo chegaram as betoneiras :(



E pertinho do meio-dia a campainha tocou apressada duas vezes. Nem deu tempo de desejar bom trabalho para o Seu Dutra, o carteiro, que saiu ligeiro mas deixou-nos um envelope!



Carinho que nos chegou de longe, lá das bandas de Goiás! Olha que mimo - marcadores de páginas!
Como será que ela acertou nossas cores favoritas?


O meu já comecei a usar no livro juvenil que estou lendo:
( E por falar em livro, vem aí o Bookcrossing Blogueiro de 16 a 23 de abril; prepare um ou mais livros para ganharem asas! )


Teve também no nosso dia, cachorro com preguiça...


Criança com muita disposição para brincar:


Nas ruas, basta olhar; sempre há uma delicadeza.


Um grilo apareceu dentro de casa. Tenho que confessar - ui que medo!


Aproveitamos também para brincar com um aplicativo de foto. No sofá, descansando!


Gostou? Então já fica combinado, no próximo dia 10 vem participar com a gente!
Beijo

*Farei uma postagem explicando a história do ferro de passar roupas no parque!