Ah! Há quanto tempo eu não tinha a sensação maravilhosa de segurar essa tira de papel nas mãos!
É a tira do verbo revelar.
Isso mesmo. Não estou equivocada. Eu revelei fotos!
Nesses nossos tempos em que o verbo mudou para "imprimir" fotos, ou, deixou completamente de ser conjugado para apenas mostrar no celular, nas redes sociais nossas fotos, eu resgatei sensações do passado.
Primeiro foi uma dificuldade imensa encontrar um local para revelar e não imprimir fotos.
Desloquei-me dia desses até um bairro oriental lá para as bandas de São Paulo e me entristece ao ver que a imensa loja de esquina havia fechado. Portas metálicas abaixadas e pichadas.
Máquinas de imprimir fotos de maneira instantânea, ainda encontra-se com certa facilidade.
Mas não era isso que eu buscava. Queria um papel fotográfico específico, queria uma beleza, cores diferentes das instantâneas.
E quase saltitei quando encontrei.
"Mas, vai demorar dois dias. Tudo bem?"
Tudo bem, tudo ótimo! Essa ansiedade da espera, de saber se ficarão boas, de abrir o envelope...
Consegui ainda me conter e não abrir o envelope pelo caminho!
Esperei chegar em casa e tranquilamente desfrutei da magia da fotografia.
Foi apenas um teste com poucas fotos, que era para ver mesmo se a qualidade e as emoções eram as mesmas do passado!
Agora já estamos planejando fotos para um álbum.
E por falar em fotografia...
Sábado agora, dia 5 de setembro, tem varal coletivo para pendurar uma foto sua da infância.
Revira as gavetas, os álbuns, escolhe uma foto, tira foto da foto e vem participar!
É só postar e contar pra gente!
Deixa o link aqui ou lá na Tina.
E já tem gente escolhendo. Eu tive um pedacinho da infância de alguém lá no instagram ( né Pandora?! ). E estou curiosa para saber se uma tal joaninha já era toda pintadinha!
Se apure que dá tempo! Será um varal bem divertido!