É literal. Literalmente chuva de rãs.
E nem tente achar que eu estou toda trabalhada na sexta-feira treze ( adoro essa expressão, estava mesmo querendo uma ocasião para utilizá-la! ) porque sexta treze, vinte, sete, para mim é tudo a mesma coisa.
Comprei um livro para minha filha e estou com o péssimo hábito de ler antes de entregar o presente! Justifico-me dizendo que é uma espécie de controle de qualidade antes de entregar.
O livro é: A menina do tempo, de Eva Piquer.
Uma garota, filha da "moça do tempo"da tv, vai fazer uma apresentação na escola durante uma semana, um telejornal, e ela é escolhida para fazer os boletins sobre o tempo. Pede algumas aulas para sua mãe, porém decide fazer suas próprias previsões e surpreende-se ao perceber que tudo o que fala durante a gravação na escola se concretiza.
Para tirar a dúvida, ela decide fazer uma previsão que sua mãe havia citado quando lhe ensinava que era um fenômeno raro: chuva de rãs.
"Quando um redemoinho de vento passa por um tanque onde existem rãs, o vento chupa a água e as rãs, transportando tudo a centenas de metros ( ou até mesmo quilômetros ) de distância do tanque. E, mesmo que pareça estranho, chove rãs vivas do céu."( página 96-97 ).
Como fiquei na dúvida se a tal chuva existia mesmo, fui pesquisar e descobri que além de rãs, pode chover aranhas, cobras, peixes e outras coisinhas. Aqui a matéria.
Só espero que não aconteça numa sexta-feira treze, senão eu terei que rever meus conceitos. Se é que fico viva arrancando cobras e lagartos do meu guarda-chuva!Sobre o post passado, isso aqui
é a pata do meu cachorro.
Adorei a sugestão de Alf!
Já caiu alguma rã na tua cabeça?!
Beijo.









